Pular para o conteúdo principal

Caminhoneiros prometem parar novamente o Brasil

Brasil Após bloquear parcialmente ao menos 38 pontos em rodovias estaduais e federais do Paraná, Mato Grosso, Santa Catarina e Rio Grande do Sul no domingo (22), caminhoneiros prometem novas paralisações a partir desta segunda-feira (23) em protesto contra a alta dos preços dos combustíveis, dos pedágios e dos valores dos tributos sobre o transporte. As informações são da Folhapress.
Nesta segunda-feira, a paralisação deve entrar no sexto dia. A intenção é que o movimento, que começou na quarta-feira (18) no Paraná e em Santa Catarina, seja expandido para o resto do país ao longo da semana, de acordo com Tobias Brombilla, diretor da Associação dos Caminhoneiros de Rodeio Bonito (RS).
“O setor de transporte de carga está passando por uma crise histórica, sem que os caminhoneiros consigam ter retorno”, afirmou. Segundo ele, os caminhoneiros do Rio Grande do Sul iniciaram a paralisação na manhã de domingo e os caminhões só foram liberados para seguir viagem à noite.
Desde que os protestos começaram, os caminhoneiros vêm bloqueando trechos de rodovias para caminhões de carga, permitindo apenas a passagem de veículos de passeio, ônibus e caminhões que transportam cargas vivas, de ração e de leite.
O Paraná registrou a maior concentração de caminhoneiros parados ao longo de todo o domingo. Assim como no sábado (21), a paralisação dos caminhoneiros deixou 19 pontos interditados para caminhões nas rodovias do estado. São seis bloqueios em estradas federais e outros 13 bloqueios em vias sob administração do estado.
Nas BRs, as interdições ocorrem em trechos da BR-277, em Medianeira e Guarapuava; na BR-163, em Pérola D’Oeste e em Santo Antônio do Sudoeste. Houve também bloqueio na BR-376, em Apucarana, e na BR-369, em Arapongas, no Norte do estado. Nas rodovias estaduais, por sua vez, foram 13 interdições: na PR-471, em Nova Prata do Iguaçu; PRC-280, em Marmeleiro; PRC-280, em Mariópolis; PR 483, em Francisco Beltrão; PRC-280, em Clevelândia; PR 566, em Itapejara do Oeste; PR 493, também em Itapejara do Oeste.
Também apresentaram bloqueios a PR-182, em Realeza; PRC-487, em Manoel Ribas; e PRC-158, em Mariópolis. Em Dois Vizinhos, além dos caminhoneiros, professores também ajudam a bloquear a passagens de veículos pesados nos kms 535 e 540 da PR 281.
Após cinco dias de paralisações, os protestos dos caminhoneiros já começam a ameaçar o fornecimento de soja para indústrias e portos nos próximos dias. A classe se queixa dos baixos valores recebidos pelos fretes e da alta no preço do diesel, que sofreu reajuste no último dia 1.º, apertando as margens no frete. Um dos pedidos é que os governos estaduais reduzam a alíquota de ICMS cobrado no diesel e force empresas que contratam frete a seguir uma tabela de preços mínimos, que cubra os custos do transporte

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Diferença Entre Lider E Politico

Março, 2011 , conhecido como Águas de Março, quando chuvas continuas atingiram alguns municípios do litoral paranaense, deixando muito estrago e também vitimas. Pontes desabaram, comunidades ficaram isoladas, ruas viraram rios, pedras e entulhos causaram quilômetros de estragos. Dezembro 2021/Janeiro 2022 ,  fortes temporais alagam cidades inteiras no sul da .Bahia, mais de 600mil pessoas afetadas Maio, 2024 , Rio Grande do Sul, passa por uma de suas maiores tragédias ambientais, mais de 55 mortos, 317 municípios atingidos pelas fortes chuvas. Estado de calamidade declarado. Semelhanças: Em 3 casos, 2011 Dilma sobrevoou, 2021 Bolsonaro foi passar férias em SC, passear de jet-ski e 2024 Lula, enquanto a primeira dama se divertindo no show da Madona, sobrevoa RS. E os governos dos estados? Bom, na Bahia, Rui Costa sobrevoou sobre a tragédia, o mesmo que Leite faz no RS em 2024... e no PR em 2011? O então governador, junto com a primeira dama, na época secretaria da assistência socia...

Prefeito do campus da UEL ganha R$ 8,8 mil a mais do que o prefeito da cidade

UEL - Em Londrina é mais vantajoso ser prefeito do campus da UEL (Universidade Estadual de Londrina) do que comandar a principal prefeitura do Norte do Paraná. O professor Dari de Oliveira Toginho Filho, prefeito da UEL, recebe R$ 23.287,86 mil por mês na universidade enquanto o prefeito Alexandre Kireeff (PSD) recebe R$ 14.853,16 – uma diferença de R$ 8.834,60 a mais para o cargo de Toginho Filho. E há um grupo de 27 professores que ocupam cargos administrativos com salários acima de R$ 20 mil por mês. O professor Marcos de Castro Falleiros é o responsável pela “Transparência UEL” e recebe R$ 22.620,43 mensais. O ex-prefeito do campus, o professor Teodósio Antônio da Silva, hoje é ouvidor da universidade com salários de R$ 20.641,44. Cleuza Catsue Takeda Kuwabara, docente Centro de Ciências de Saúde, recebe R$ 23.992,85 por mês. Cassio Egidio Cavenaghi Prete, diretor da Fazenda-Escola, recebe R$ 20.032,20 por mês.

Adiós...