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Vagabundo Que Matou Menino De 9 Anos Diz: 'Ele tentou gritar, mas a voz não saía.'

O Diário

Paiçandu/PR - Os motivos que levaram o menino Matheus Henrique Iwamura de Souza, 9 anos, de Paiçandu, a ser assassinado transcende a tudo que há de ruim no ser humano. Sem demonstrar qualquer traço de arrependimento, Lucas Alves Monteiro, 19, confirmou ter esganado e afogado o garoto reiteradas vezes até ter a certeza da morte dele. “Ele tentou gritar, mas a voz não saía”, contou, impávido.
A frieza demonstrada pelo assassino, contrapôs-se com as versões apresentadas pelos dois adolescentes - de 13 e 17 anos - apontados como coautores do crime. Apesar de confirmarem ter ajudado a levar a vítima ao local do crime, os garotos negaram participação direta no homicídio.
Desaparecido desde a tarde de quarta-feira, Matheus, que era portador de necessidades especiais e aluno da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), foi encontrado morto no início da noite de quinta-feira, dentro do córrego Paiçandu, localizado a 200 metros da casa onde morava, no Jardim Bela Vista II, zona norte da cidade.
O corpo só foi descoberto, depois de a Polícia Civil de Paiçandu apreender o adolescente de 13 anos, que reside a duas quadras de distância da casa da vítima.
Assustado, o garoto confessou a participação no crime e levou os policiais ao córrego, onde o corpo estava escondido. Ele apontou Lucas e o outro adolescente, de 17 anos, como autores do crime. De acordo com ele, Matheus foi morto, porque ia constantemente à casa do colega.
“Ele não gostava do menino e chamou o Lucas para matá-lo”, contou. Assustado com a repercussão do caso, o adolescente de 17 anos negou ter sido o pivô do crime, mas confirmou que o menino ia constantemente na casa dele. “É mentira do Lucas. Eu nunca pedi para matar o menino”, afirmou.
Lucas, por sua vez, não só confirmou que os adolescentes o ajudaram a atrair Matheus ao riacho, como garantiu que eles teriam segurado as mãos e pernas enquanto ele o esganava e o afogava. Horas após o crime, Lucas e os adolescentes se juntaram aos grupos de busca que procuravam a vítima.

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