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Correios vai testar carro elétrico da Renault

Brasil Os Correios iniciam nos próximos dias um teste com dois veículos elétricos Kangoo ZE da Renault para entrega de encomendas. Na manhã desta quarta-feira (25), o diretor de Vendas a Empresas da Renault, Alexandre Oliveira, entregou um dos carros ao presidente dos Correios, Wagner Pinheiro de Oliveira, no edifício-sede da empresa, em Brasília (DF).
O veículo será utilizado nas seguintes regiões: Asa Sul, Setor Comercial, Setor Hoteleiro Sul e Esplanada dos Ministérios. O outro carro irá realizar entregas em Curitiba/PR — a sede da Renault fica em São José dos Pinhais, na região metropolitana da capital paranaense.
O teste tem duração inicial de quatro meses, com possibilidade de prorrogação por um ano. Ambos os carros são cedidos em comodato aos Correios. Na capital federal, os Correios contam com parceria com a CEB – Companhia Energética de Brasília, que instalou um totem para recarga do veículo. 
A redução da emissão de CO2nas atividades dos Correios é uma das ações previstas no Sistema de Gestão Ambiental da empresa, lançado no final de 2013 e composto por ações e metas para diminuir impactos ambientais causados pela estatal. 
Os Correios têm como meta reduzir em 20% as emissões de gás carbônico até 2020, prevista no programa global de redução de emissão de carbono do setor postal da International Post Corporation (IPC) — associação de 24 operadores postais na Ásia, na Europa e na América. 
Sobre o veículo — O Kangoo ZE é 100% elétrico — emissão zero de CO2. Com as mesmas qualidades funcionais do Kangoo com motor de combustão interna e idêntico volume de carga (650 kg), o modelo é equipado com motor de 60 cv e possui autonomia de 170 km. A Aliança Renault-Nissan lidera o segmento de veículos zero emissão e está investindo 4 bilhões de euros no desenvolvimento dessa tecnologia. Desde o início da comercialização em 2011, foram mais de 100 mil veículos elétricos vendidos pela Aliança no mundo. Somente a Renault vendeu mais de 19 mil veículos elétricos em 2013 no mundo, em um mercado que cresceu 83 % em relação a 2012.

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