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Jovem é morto a tiros em Maringá

Rosângela Gris com informações de Roberto Silva

Maringá/PR - O assassinato do jovem Willian Mantovani Bueno, 22 anos, morto a tiros na tarde desta quinta-feira (19), chocou os moradores do Jardim Verônica, em Maringá. O autor do crime é o professor de violão, Rodrigo Jorge Jacomini, 27 anos, morador do bairro. O rapaz se apresentou na 9ª Subdivisão Policial (SDP) minutos depois do crime e alegou ter sido vítima de uma tentativa de assalto.
Segundo moradores do bairro que presenciaram o crime, Bueno e Jacomini conversavam no interior de um Chevrolet Astra Hatch, de cor prata, estacionado na Rua Pioneira Palmyra Tel, a cerca de 20 metros da casa do autor do crime.
Por volta das 14h30, os moradores disseram ter ouvido o barulho de um tiro. Instantes depois, Jacomini desceu do Astra, abriu a porta do passageiro, arrastou Bueno, ferido, até a calçada e fez um novo disparo. O tiro atingiu cabeça da vítima. Em seguida, o professor de violão entrou no carro e dirigiu até a delegacia onde se apresentou e entregou o revólver calibre .38 usado no crime.
Junto ao corpo de Bueno os investigadores encontraram um frasco com uma substância branca, supostamente cocaína. O corpo da vítima foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) e a substância para análise.
O irmão de Jacomini chegou ao local logo após o crime. Ele disse aos policiais que o irmão é ex-usuário de crack e toma remédios controlados já que sofre de transtorno bipolar.
Ao prestar interrogatório na delegacia, Jacomini afirmou que não conhecia a vítima e disse ter sido vítima de uma tentativa de assalto. Segundo ele, Bueno o rendeu na saída de um bar, na avenida Juscelino Kubitschek, por volta das 4h, e ameaçando estar armado pediu R$ 150,00.
Sem dinheiro para dar Bueno, o professor de violão teria permanecido refém por mais de dez horas. Durante o período em que estiveram juntos, Jacomini disse que Bueno consumiu cocaína, mas negou ter feito uso da substância.
Pouco antes das 14h30, segundo a versão apresentada à polícia, ele seguiu em direção ao Jardim Verônica, estacionou o carro e convenceu o rapaz a deixá-lo ir até a sua casa com a desculpa de pegar dinheiro. Ele disse que, ao invés do dinheiro, pegou a arma que usou para matar Bueno.
O delegado Leandro Roque Munin, que investiga o caso, aceitou a versão do rapaz com reservas.

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