Por Sérgio Montenegro Filho Política - Os resultados eleitorais em Pernambuco deixaram absolutamente clara a força do rolo compressor pilotado pelo governador Eduardo Campos (PSB). Ao garantir a vitória do pupilo Geraldo Julio (PSB) no Recife, logo no primeiro turno, o líder socialista acabou com 12 anos de hegemonia do PT na Prefeitura e ainda assegurou que os petistas não o incomodem nas articulações da sua própria sucessão, daqui até 2014. Mas a capital não era suficiente. Para respaldar seu projeto político nacional - que significa uma candidatura a presidente ou, pelo menos, a vice-presidente nas próximas eleições -, Eduardo Campos acionou os motores e esmagou o que restava de oposição no Estado. A Frente Popular, aliança de 14 partidos que dá respaldo ao seu governo, atingiu - com a eleição dos novos prefeitos - um grau de onipresença em Pernambuco que o governador vai levar em destaque no currículo ao se apresentar para a disputa nacional em 2014. Sozinho, o PSB tin...
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