Política - Em jantar no final de agosto, os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) selaram uma espécie de "pacto pré-eleitoral", baseado em cinco pontos, para se contraporem à presidente Dilma Rousseff. Um deles foi justamente a abertura do diálogo sobre os Estados em que os dois partidos podem estar aliados na disputa pelos governos locais em 2014, possibilidade existente na Paraíba segundo matéria da Folha de São Paulo deste domingo. Em outras palavras a Folha diz que "candidatura" de Cássio emperra acordo de Aécio e Campos na Paraíba.
Presidentes nacionais de seus partidos, Aécio e Campos firmaram um acordo de não agressão para a pré-campanha e combinaram concentrar suas artilharias contra o PT e a presidente Dilma Rousseff.No universo dos 14 Estados governados por tucanos e socialistas, os maiores problemas para a reprodução do pacto estão no Amapá, no Ceará e no Espírito Santo, onde os governadores socialistas Camilo Capiberibe, Cid Gomes e Renato Casagrande, respectivamente, procuram manter proximidade com o governo petista e já deram declarações colocando em dúvida até mesmo a conveniência da candidatura Campos.
Dificuldade parecida ocorre em Goiás, onde o governador tucano Marconi Perillo deverá disputar a reeleição num embate difícil contra o empresário Vanderlan Cardoso, recém-filiado ao PSB. Já na Paraíba, Tocantins e Minas Gerais há possibilidade de acordo político.
O tucano tem tido que o sonho do governador Ricardo Coutinho (PSB) é de manter a aliança com o senador Cássio. Circula nos bastidores que a cúpula do PSB paraibano já vem tratando do tema com Eduardo Campos, numa eventual troca de apoios noutro Estado. Como o cenário de aliança das legendas no primeiro turno é propicio no Tocantins e em Minas Gerais governados pelo PSDB a troca do apoio socialista nesses estados se daria pela contrapartida do PSDB na Paraíba ao governador Ricardo Coutinho.
Presidentes nacionais de seus partidos, Aécio e Campos firmaram um acordo de não agressão para a pré-campanha e combinaram concentrar suas artilharias contra o PT e a presidente Dilma Rousseff.No universo dos 14 Estados governados por tucanos e socialistas, os maiores problemas para a reprodução do pacto estão no Amapá, no Ceará e no Espírito Santo, onde os governadores socialistas Camilo Capiberibe, Cid Gomes e Renato Casagrande, respectivamente, procuram manter proximidade com o governo petista e já deram declarações colocando em dúvida até mesmo a conveniência da candidatura Campos.
Dificuldade parecida ocorre em Goiás, onde o governador tucano Marconi Perillo deverá disputar a reeleição num embate difícil contra o empresário Vanderlan Cardoso, recém-filiado ao PSB. Já na Paraíba, Tocantins e Minas Gerais há possibilidade de acordo político.
O tucano tem tido que o sonho do governador Ricardo Coutinho (PSB) é de manter a aliança com o senador Cássio. Circula nos bastidores que a cúpula do PSB paraibano já vem tratando do tema com Eduardo Campos, numa eventual troca de apoios noutro Estado. Como o cenário de aliança das legendas no primeiro turno é propicio no Tocantins e em Minas Gerais governados pelo PSDB a troca do apoio socialista nesses estados se daria pela contrapartida do PSDB na Paraíba ao governador Ricardo Coutinho.
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