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‘Eu não tolero desvio de conduta’, diz Richa

Paraná - Neste sábado, 11, em Londrina, o governador Beto Richa (PSDB) disse que toda e qualquer denúncia envolvendo servidor público “é apurada de de forma imediata” e que não tolera “qualquer desvio de conduta”. “No meu governo, por exemplo, o Gaeco foi fortalecido. Colocamos à disposição e ampliamos o número de policiais civis e militares que fazem parte do Gaeco”, disse Richa para imprensa ao visitar a Expolondrina.
Richa também reafirmou que o empresário Luiz Abi Antoun não tem cargo, não faz parte, “não tem e nunca teve” influência no seu governo. “As investigações estão acontecendo e qualquer denúncia que tenha fundamentos é apurada de imediato. E se houver responsabilidade comprovada, os responsáveis serão punidos”, apontou.
Sobre as investigações do Gaeco sobre servidores da Receita Estadual, Richa disse que sempre determinou a apuração, até de forma veemente, de todos as denúncias que recebeu. “Nos meus quatro anos de governo, criamos todos os mecanismos possíveis e estamos acirrando ainda mais o combate a corrupção”, destacou.
“Qualquer denúncia, não só na Receita, mas em qualquer outra área do governo, é apurada de forma vigorosa. Todos que me conhecem sabem que eu não tolero desvio de conduta. Tenho 20 anos de vida pública, reta, limpa. Tenho o legado politico do meu pai (José Richa), legado de uma política descente, honrada e disso eu não abro mão”, completou.
Beto Richa também classificou como “ilação” a especulação de parte da imprensa que apontou o auditor fiscal Márcio Albuquerque, investigado pelo Gaeco, como parceiro do tucano em corridas automobilísticas. “Comigo corriam cerca de 100 pilotos. Nas 500 milhas de Londrina são mais de 30 equipes, em média três pilotos por carro e eu corri em mais de 15 carros ao longo destes 18 anos. Essa ilação de que ele era meu parceiro em todas as corridas não é verdade”, disse.
“Estamos acompanhando as investigações. Eu mais do que ninguém, quero que tudo seja investigado, totalmente esclarecido o mais rápido possível”. Richa disse ainda para imprensa que se ficarem comprovadas as denúncias contra Albuquerque “não tem a menor dúvida” quanto a exoneração do auditor.

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