Mundo - Inicialmente, o general Honoré Traoré, a mesma autoridade que na sexta-feira anunciara a partida de Compaoré, e cuja patente é superior a de Zida, tinha se declarado o novo presidente e até convocado eleições em 90 dias.
O tenente-coronel, porém, fez um pronunciamento público na manhã de sábado contradizendo o general.
Horas mais tarde, um porta-voz do exército anunciou que os militares tinham escolhido o Zida "por unanimidade". E o comunicado oficial tinha a assinatura de Traoré.
"Assumo aqui as responsabilidades de chefe de estado e do processo de transição", disse Zida.
O tenente-coronel fez um pedido à Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Ecowas) e à comunidade internacional para reconhecê-lo como líder.
Há quase três décadas no poder, Compaoré renunciou depois de violentos protestos nas ruas do país em protesto contra sua tentativa de permanecer no poder por mais um ano.
Na quinta-feira, o país entrou em estado de emergência e teve o Parlamento dissolvido para tentar controlar os manifestantes, que puseram fogo à sede do Legislativo e a edifícios governamentais.
Depois de muita confusão sobre o paradeiro do ex-presidente, foi anunciado que Compaoré e sua familia buscaram refúgio na vizinha Costa do Marfim.
Segundo a constituição de Burkina Faso, o novo chefe de estado deve ser o presidente do Senado. O documento também estabelece prazo máximo de três meses para uma nova eleição.
O tenente-coronel, porém, fez um pronunciamento público na manhã de sábado contradizendo o general.
Horas mais tarde, um porta-voz do exército anunciou que os militares tinham escolhido o Zida "por unanimidade". E o comunicado oficial tinha a assinatura de Traoré.
"Assumo aqui as responsabilidades de chefe de estado e do processo de transição", disse Zida.
O tenente-coronel fez um pedido à Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental (Ecowas) e à comunidade internacional para reconhecê-lo como líder.
Há quase três décadas no poder, Compaoré renunciou depois de violentos protestos nas ruas do país em protesto contra sua tentativa de permanecer no poder por mais um ano.
Na quinta-feira, o país entrou em estado de emergência e teve o Parlamento dissolvido para tentar controlar os manifestantes, que puseram fogo à sede do Legislativo e a edifícios governamentais.
Depois de muita confusão sobre o paradeiro do ex-presidente, foi anunciado que Compaoré e sua familia buscaram refúgio na vizinha Costa do Marfim.
Segundo a constituição de Burkina Faso, o novo chefe de estado deve ser o presidente do Senado. O documento também estabelece prazo máximo de três meses para uma nova eleição.
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