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Paraná Tem Menos Desigualdade E Mais Escolaridade




Paraná - O Paraná teve boas notícias com a publicação do último Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M). Devido a uma melhoria considerável na situação daqueles municípios mais empobrecidos que apareciam entre os últimos da lista em 2000, conquistamos algo muito importante para um estado: a redução da desigualdade entre os municípios nos últimos 10 anos. Grande parte das cidades que ocupava os últimos lugares, continuam nos últimos, mas a maioria de nossos 399 municípios subiram em alguma medida. A queda nas disparidades entre os municípios foi puxada, principalmente, pela melhoria do desempenho em educação, que mede os índices de escolaridade (anos de estudos da população adulta) e frequência escolar (que observa todos os jovens e crianças estão na escola). Em 2010, em média 90% das crianças de 5 e 6 anos estavam na escola e 89% dos jovens de 11 a 13 anos frequentavam os anos finais do ensino fundamental em todo o estado. Há dez anos, os porcentuais eram de 65% e 74%, respectivamente.

O Paraná pulou uma posição à frente, passando de 6 para 5 colocado nacional. Saiu da média 0,650 e ganhou IDH-M igual a 0,749*. Quanto mais perto de 1,00, melhor estamos. Entre os indicadores que o IDH considera, a Longevidade foi a melhor avaliada, com média 0,830. Ela equivale à média de anos vividos pela população e dá sinais sobre como andou a saúde pública na última década. Já os indicadores de educação, embora tenham dado um grande salto em comparação a 2000, continuam a ser um calcanhar de Aquiles, o que significa que é para aí que devem se voltar os nossos esforços juntos com os de nossos prefeitos e Governador.
A Ipardes analisa que uma das causas para a baixa frequência escolar, paradoxalmente, é a entrada dos jovens do interior no mercado de trabalho. Diferente do ocorre nos grandes centros, os anos de escolaridade, muitas vezes, não fazem aumentar muito os salários nessas localidades. Logo, os jovens não se sentem estimulados a manterem “escola + trabalho”. Infelizmente isso cria um sério problema social e perpetua a existência de uma mão-de-obra pouco qualificada e um desenvolvimento aquém do que é possível para nosso Grande Paraná!



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