Mundo - O grupo de países que pertence ao chamado G20 estuda estabelecer legislação comum para barrar a circulação de corrutos e corruptores, a partir da negativa de vistos e concessão de refúgios. Em 2012, os chefes de Estado do G20 ratificaram o compromisso de criar instrumentos para barrar a entrada de enquadrados nesse crime em seus territórios. Em junho, o grupo apresentará o primeiro relatório sobre a implantação da medida. De acordo com o jornal Estado de S.Paulo, a proposta, que é encabeçada pelos Estados Unidos, é vista com reticências pelo governo do PT. O “Estadão” diz que membros da Controladoria-Geral da União, do Ministério das Relações Exteriores da Advocacia-Geral da União e do Ministério da Justiça estão envolvidos no debate do tema, mas não conseguem definir quem seria afetado pela medida. O governo brasileiro quer parâmetros sobre quem se enquadraria no termo “corrupto” e quem sofreria penalidades, e não há entendimento se a norma valeria apenas para condenados ou também para os que não foram julgados.
Diferente do que foi aprendido nos tempos de escola, a república não era uma ideia que agradava a população brasileira , pelo contrário. Já em 1884, bem próximo a sua “proclamação”, apenas três republicanos conseguiram se eleger para a câmara dos deputados e na próxima eleição somente um. Os republicanos tentavam a todo custo disseminar suas idéias pelo país, porém era um trabalho em vão. Quando enfim perceberam que não conseguiriam por fins pacíficos acabar com o império, tiveram a grande idéia de um golpe militar. Só que para que isso acontecesse precisariam ter o apoio de um líder de prestígio da tropa militar. Foi ai que então resolveram se aproximar de Marechal Deodoro da Fonseca em busca de apoio. O que grande parte das pessoas não sabe é que foi tarefa difícil convencer Marechal Deodoro a dar o golpe, tendo em vista que o mesmo era amigo do Imperador Dom Pedro II e era um dos maiores defensores do Monarquismo. Entenda o cenário: Dom Pedro II, filho mais novo do Impera...
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