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Imprensa Distorce Declarações De Trump E Manipula A Popualçao



Que a mídia mundial em uma forma quase geral não presta é fato. Que a imprensa em geral age para manipular as pessoas de forma covarde, também é fato. E por que com Trump seria diferente? Jamais seria, pois ele não fala o que a mídia quer, fala o que o povo quer e um Governo que o povo que é o que a imprensa não quer. E na suja imprensa, as declarações de Trump são distorcidas, não apenas nos EUA, mas mundo a fora, inclusive no Brasil... Bom o que esperar na imprensa brasileira? Verdades? É verdades, mas isso não é especialidade deles... 


Exemplos de como a imprensa americanas modifica e tenta manipular o povo e sem filtro algum a imprensa brasileira encaminha as falsas matérias:

Manchete da Folha: “Trump defende registrar todos os muçulmanos que vivem nos EUA“.
A reportagem é indicada como sendo “das agências de notícias“. Diz o texto.

“O pré-candidato à presidência dos EUA Donald Trump defendeu enfaticamente a criação de um cadastro com informações de todos os muçulmanos que vivem no país.
Trump foi perguntado sobre a questão por um repórter da ‘NBC’ e insistiu que todos os muçulmanos do país devem ser identificados. ‘Certamente implantaria isso. Eles tem que ser [registrados]’.
Quando perguntado como um sistema de cadastro seria criado, Trump respondeu que o registro poderia ser feito em diferentes lugares. ‘É questão de gerenciamento. Nosso país não tem gerenciamento.’”

Se você já assimilou bem a lição, notou que nenhuma das frases genéricas de Trump entre aspas contém a defesa específica do registro de muçulmanos.
Essa parte foi acrescentada pela reportagem, que, esta sim, insiste que ele “insistiu”, e pior ainda, “enfaticamente” em sua suposta defesa da medida politicamente incorreta.
Trump não falou nem sequer a palavra “registrados”, inserida entre colchetes pelos autores da matéria não assinada, de modo que ele podia estar falando sobre qualquer outra coisa… E estava!
O repórter malandrinho da NBC o abordou em Newton, Iowa, ao fim de um evento de campanha e perguntou: “Deve haver um sistema de banco de dados para rastrear os muçulmanos neste país?”
Ninguém havia falado em tal coisa. Trump não havia sugerido isso. A sugestão foi do repórter, que lançou a pergunta a Trump, enquanto ele distribuía autógrafos a fãs em uma sala barulhenta.

Tradução do diálogo original, não exposto nos jornais brasileiros.

TRUMP: Deve haver um monte de sistemas para além do banco de dados. Devemos ter um monte de sistemas. E hoje você pode fazer isso. Mas agora temos que ter uma fronteira. Nós temos que ter força. Temos que ter um muro. E não podemos deixar acontecer o que está acontecendo com este país.

Ou seja: Trump simplesmente engatou sua fala sobre imigração. É isso que ele entendeu e é disso que ele estava falando genericamente. Dos cuidados necessários neste tema, que são o foco de sua campanha.

REPÓRTER: Mas isso é algo que a sua Casa Branca gostaria de implementar?

TRUMP: Oh, eu certamente implementaria isso. Absolutamente.

Ora, qual foi a última medida de que Trump tinha falado? A de ter um muro na fronteira! É isso que ele “certamente implementaria”, mas a imprensa distorceu o sentido da resposta e a matéria da Folha ainda acrescentou uma frase inteira que ele não disse: “Eles tem que ser [registrados]”.

REPÓRTER: Qual você acha que seria o efeito? Como isso funciona?

TRUMP: Seria impedir as pessoas de entrar ilegalmente. Temos de impedir as pessoas de entrar em nosso país ilegalmente.

Mais uma prova de que Trump falava especificamente do muro contra a imigração ilegal.

REPÓRTER: Muçulmanos especificamente, como você realmente conseguiria registrá-los em um banco de dados?

Repare que nem a pergunta do repórter se referia especificamente a “todos os muçulmanos que vivem nos EUA”, como saiu na manchete da Folha.

TRUMP: Seria apenas uma boa gestão. O que você deve fazer são bons procedimentos de gestão. E nós podemos fazer isso.

Trump, mais uma vez, deu uma resposta genérica como quem ainda estava engatado em sua fala sobre as medidas contra a imigração.

REPÓRTER: Você iria a mesquitas e cadastraria essas pessoas no sistema?

TRUMP: Diferentes lugares. Você cadastra em diferentes – mas é tudo sobre gestão. Nosso país não tem gestão.

O diálogo completo, embora mais pareça o chamado ‘papo de bêbado’, mostra que Trump estava falando de imigrantes, especialmente ilegais, obviamente na esteira dos ataques em Paris.
Se tanto, ele chegou a falar, nesta última frase, em cadastrá-los em diferentes lugares. E só.
Daí para o título “Trump defende registrar todos os muçulmanos que vivem nos EUA” é um salto carpado com pirueta típico da mídia esquerdista, lamentavelmente reproduzido pelo mundo e aproveitado por republicanos que também querem tirar o magnata da liderança das pesquisas.
TRUMPTWEET


“Eu não sugeri banco de dados – um repórter o fez. Nós precisamos derrotar o terrorismo islâmico e ter vigilância, incluindo uma lista de observação, para proteger a América”, tuitou Trump.
Em seguida, o magnata disse o óbvio na Fox News: que estava autografando livros, com pessoas gritando, música de fundo, e mal ouviu as perguntas daquele repórter.
Ele esclareceu que é a favor da criação de banco de dados, sim, mas justamente para todos os refugiados sírios, a fim de saber quem são essas pessoas que estão entrando nos EUA (e em meio às quais podem entrar terroristas infiltrados, como aconteceu na Europa).
Adversários de Trump, claro, aproveitaram para repetir que ele voltou atrás em sua declaração, como se o esclarecimento de uma distorção significasse uma mudança de ideia.
Em discurso posterior de campanha, Trump aproveitou então para ironizar o escândalo que fazem a partir de suas declarações (supostamente ou não) politicamente incorretas e defendeu a vigilância, sim, de certas mesquitas.
Relembro que o prefeito esquerdista de Nova York, Bill de Blasio, retirou os espiões policiais das mesquitas radicais e, após o ataque ao Charlie Hebdo, foi duramente criticado pelo ex-prefeito republicano Rudy Giulini por essa irresponsabilidade.
Como disse Trump, com razão: “Eu quero vigilância. Já tivemos isso antes e teremos de novo.”
As tentativas da mídia esquerdista de desmoralizar Trump com distorções, edições e acusações de inventar histórias estão a cada dia mais patéticas e incapazes de abalar sua candidatura.
Glenn Kessler, jornalista do Washington Post que supostamente verifica a veracidade das declarações dos candidatos, noticiou, por exemplo, que não foi encontrada notícia alguma sobre muçulmanos que comemoraram em Nova Jersey o 11 de setembro, como Trump mencionara em campanha.
Curiosamente, logo foi encontrada uma matéria antiga do próprio Washington Post sobre a comemoração muçulmana.
John Hinderaker desmascarou lindamente Kessler, que ainda insistiu no Twitter em distorcer a matéria do jornal para não dar o braço a torcer. Todos os detalhes estão AQUI, em inglês, mas sei que os jornais brasileiros não vão traduzir.
Assim como o esclarecimento de Ben Carson sobre seu passado foi ignorado, os de Trump – ou em seu favor – provavelmente também o serão, porque não se tornam matérias distribuídas pelas agências.
Não tem problema.
Quanto mais a mídia bate em Trump, mais ele sobe nas pesquisas – e mais este blog se diverte, construindo um verdadeiro banco de dados de mentiras esquerdistas e provincianismos jornalísticos.




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