Paraná - Está em pauta no Senado a votação do Plano Nacional de Educação e, por consequência, da super polêmica proposta de mudança no PNE, que retiraria os repasses da União para as escolas especiais. Havia previsão de votação para essa quarta-feira (12/08), mas parece que a mobilização dos representantes das Apaes de todo o Brasil está, no mínimo, desacelerando o processo.Bom é ressaltar que, mesmo com esse repasse mensal que chega pelo FUNDEB, grande parte das escolas mantidas pelas APAES, têm dificuldade de se manter e precisa da ajuda financeira de pessoas e instituições que se comprazem com a causa. Sem os repasses do Governo Federal, como pretende o Senador Pimentel (PT/CE) as escolas fechariam ou teriam sua vida transformada em uma romaria de mendicância.
Não temos certeza de como as coisas vão ficar no cenário nacional. Mas, aqui no Paraná, o anúncio da Agência de Notícias do Governo nos traz boas novas. O Governador sancionou, essa semana, a lei do programa “Todos Iguais pela Educação”, tornando PERMANENTES os repasses que iriam ajudar as APAES até final do ano. A declaração de Richa: “É fundamental que todos, diferentes nas suas necessidades, sejam iguais no direito à educação de qualidade para desenvolver plenamente o seu potencial. Agora, isso é lei no Paraná”.
Bem, isso foi tudo o que aprendi sobre igualdade. Você não dá condições de igualdade colocando uma criança especial em uma sala de aula com um professor para 40 alunos. Mas, sim, dando a ela um tratamento com profissionais capacitados.
O Paraná tem 415 escolas e instituições de educação especial, a maioria Apaes, que atendem mais de 42 mil alunos. A rede pública regular estaria pronta para receber essa turminha? Não se trata, em absoluto, de separar as crianças especiais das demais. Trata-se de manter os dois sistemas paralelamente – em turno e contra-turno – para aqueles que têm condições de frequentar as duas escolas, como os Síndrome de Down. Mas, também, permitir que as deficiências mais limitantes como a paralisia, tenham seu espaço especializado até que o sistema regular tenha plenas condições de atendê-los.
Não temos certeza de como as coisas vão ficar no cenário nacional. Mas, aqui no Paraná, o anúncio da Agência de Notícias do Governo nos traz boas novas. O Governador sancionou, essa semana, a lei do programa “Todos Iguais pela Educação”, tornando PERMANENTES os repasses que iriam ajudar as APAES até final do ano. A declaração de Richa: “É fundamental que todos, diferentes nas suas necessidades, sejam iguais no direito à educação de qualidade para desenvolver plenamente o seu potencial. Agora, isso é lei no Paraná”.
Bem, isso foi tudo o que aprendi sobre igualdade. Você não dá condições de igualdade colocando uma criança especial em uma sala de aula com um professor para 40 alunos. Mas, sim, dando a ela um tratamento com profissionais capacitados.
O Paraná tem 415 escolas e instituições de educação especial, a maioria Apaes, que atendem mais de 42 mil alunos. A rede pública regular estaria pronta para receber essa turminha? Não se trata, em absoluto, de separar as crianças especiais das demais. Trata-se de manter os dois sistemas paralelamente – em turno e contra-turno – para aqueles que têm condições de frequentar as duas escolas, como os Síndrome de Down. Mas, também, permitir que as deficiências mais limitantes como a paralisia, tenham seu espaço especializado até que o sistema regular tenha plenas condições de atendê-los.
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