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População aprova obras nas rodovias concessionadas

Infraestrutura e Logística - Segurança e agilidade são algumas das vantagens apontadas pela população com as obras nas rodovias concessionadas do Anel de Integração. Para o motorista de caminhão, Antônio Portes de Góes, que leva fruta e verdura de Campo Largo para Curitiba, o novo contorno de Campo Largo vai ajudar a economizar dinheiro. “Vamos ganhar tempo, com isto vamos gastar menos combustível, pois não haverá filas. Melhora para toda população”, diz o caminhoneiro.
Quem também espera com ansiedade pela conclusão do contorno de Campo Largo é o taxista Jobarino Feltrim. “É complicado passar pela rodovia. Quando a gente vai pegar um passageiro, a gente fica pensando antes se vale a pena aceitar a corrida. O contorno vai acabar o transtorno”, afirmou.
A dificuldade de cruzar a rodovia também prejudica os serviços de saúde. Danielle Cequenel, enfermeira e coordenadora do Samu de Campo Largo, conta que até mesmo as ambulâncias têm dificuldade em andar na atual rodovia. “O fluxo é bem intenso. Perdemos 30 minutos só para atravessar a rodovia. Com o contorno, até vai cair o número de acidentes, atropelamentos e o fluxo ficará melhor”, avaliou. 
Outra obra que vai mudar trazer mais segurança é a duplicação da PR 445, entre Cambé o distrito de Warta. O soldador Eduardo Rafael Furtoso conta que hoje é perigosa a travessia a pé. “Não temos faixa ou passarela. Com a duplicação, vai ficar muito melhor, com passarelas e viadutos e sinalização. Vamos economizar em dinheiro e tempo”, disse. 
O motoboy Marcos Barbosa Rodrigues também reclama das atuais condições da rodovia. “É muita fila e acidentes. Com a obra, vai ser mais rápido para fazermos serviço, economizar combustível e ganhar mais clientes”, disse. 
Quem já recebeu uma das obras duplicadas, entre Medianeira e Matelândia, só elogia o trabalho. O borracheiro Ybanez de Quadros Otero disse que não há mais filas na BR 277 e quase não se vê acidentes. 
E o taxista Luiz Roque Hartmann fala que a rodovia melhorou 100%. “Moro nessa região há 59 anos, então conheço tudo por aqui. Antes de duplicado era um Deus nos acuda. Muito buraco, muito movimento, bastantes filas. Hoje não tem mais nada disso. Melhorou, daqui a Foz faço 45 minutos, antes era uma hora e meia”, disse.

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